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MENOS DE 30% DOS RESTAURANTES OBTÊM NOTA MÁXIMA DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

MENOS DE 30% DOS RESTAURANTES OBTÊM NOTA MÁXIMA DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

     Menos de 30% dos 139 restaurantes inspecionados pela Vigilância Sanitária no Distrito Federal (DF), dentro do projeto piloto de classificação dos serviços para os jogos da Copa do Mundo, conseguiram o selo A, considerado padrão, em termos de boas práticas de manipulação de alimentos, conservação e higiene.


        Do total de estabelecimentos visitados pelos fiscais, só 40 obtiveram o selo A (o que representa 28,77%); outros 49 receberam selo B, e 22, com C. Os 28 restantes não passaram no teste e foram intimados a adotar as exigências para o segmento, em vigor desde 2004, mas que na prática não funcionam. Ainda estão em processo de inspeção 146 restaurantes e lanchonetes.


     Segundo o diretor de Alimentos da unidade de Vigilância Sanitária no DF, André Godoy, todos os estabelecimentos classificados nas três categorias adotam boas práticas em geral e são recomendados por não oferecerem qualquer risco à saúde dos consumidores. Apesar de poucos restaurantes da região terem conseguido o selo A, ele considera que houve avanços.

Fiscais analisam 51 itens básicos

 

       O diretor afirmou que foram selecionados para inspeção ao todo 285 estabelecimentos, entre restaurantes de diversas classes e lanchonetes de praças de alimentação de shoppings, de acordo com o potencial de multiplicação de bactérias, na região central do DF – Plano Piloto, Lago Sul e Norte e cidades satélites mais próximas, como Guará, Núcleo Bandeirante, Cruzeiro e Sudoeste.

        Os fiscais analisaram no local, 51 itens considerados básicos. Entre eles, pia exclusiva para os funcionários lavarem as mãos, uso obrigatório de uniformes, incluindo toucas; utilização exclusiva de água potável para o preparo de alimentos; uso de termômetro calibrado para medir a temperatura no balcão para consumo ou na geladeira (alimentos quentes precisam ser conservados a mais de 60°C e os frios, abaixo de 10ºC). Também é preciso comprovar a limpeza frequente de caixa e reservatório d’água e o controle de pragas e roedores.

       Segundo Godoy, se forem comprovados casos mais graves, como a presença de insetos e ratos, os estabelecimentos serão interditados. Os restaurantes não aprovados durante a inspeção terão um prazo para se adaptar. Caso contrário, será aberto um processo administrativo para a tomada de decisões, afinal as regras já existem e todos são obrigados a cumpri-las.

 

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