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Na contramão da indústria e do varejo, setor de franquia tem crescimento,Os empresários Luiz Henrique e Diogo Kleiber são donos do DaHora: em cinco anos, a rede ganhou sete lojas

Na contramão da indústria e do varejo, setor de franquia tem crescimento,Os empresários Luiz Henrique e Diogo Kleiber são donos do DaHora: em cinco anos, a rede ganhou sete lojas

 A crise econômica atingiu as franquias em menor escala do que em outros segmentos, como indústria, varejo e serviços não franqueados. Embora o crescimento tenha pisado no freio, as redes cresceram. No Brasil, o faturamento dos mais de 138 mil desses estabelecimentos foi de R$ 139,5 bilhões — 8,3% a mais do que em 2014. No DF, o resultado foi ainda mais significativo, com aumento de quase 10%. O fôlego do setor pode estar associado à rapidez com que as marcas responderam à crise. Algumas lançaram produtos com preços mais baratos para não perder o consumidor; outras apostaram em diversificar os modelos de negócios com franquias “pocket”, de menor valor. Por fim, há aquelas que focaram em segmentos menos abalados pela crise, como educação.
Em todo o DF, há 3,4 mil unidades franqueadas e 59 redes próprias. As lojas localizadas na capital do país mostram-se extremamente lucrativas, tanto que, mesmo com número de estabelecimentos menor do que em Goiás — que tem 3,8 mil —, tiveram faturamento 28 vezes maior do que as empresas do estado vizinho. “O DF tem uma oferta maior de franqueadores locais do que os estados do Centro-Oeste. Essas redes locais tendem a crescer em espiral, procurando, primeiro, franqueados mais próximos. Isso ajuda a explicar a expansão”, afirma Nadia Nogueira, consultora de franquias do Sebrae do Distrito Federal.

 

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